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É a ciência que estuda o sistema imune, que é o nosso sistema de defesa. Sistema bastante complexo, responsável pela proteção contra agentes externos, mas também exerce o que chamamos de vigilância imunológica, ou seja, este sistema também auxilia a combater células do organismo que sofram alterações, como por exemplo, células tumorais. A comparação do sistema imune a um exército é bastante interessante, pois a semelhança deste, o sistema imune apresenta diferentes níveis de especialização. Existem os anticorpos que são bastante conhecidos, especialmente quando tomamos as vacinas e o organismo prepara defesas contra estas doenças. Os linfócitos também são células fundamentais que auxiliam no combate aos vírus.
Defeitos neste sistema podem acarretar uma série de manifestações relacionadas principalmente a infecções. Existem deficiências do sistema imune que são congênitas, ou seja, são decorrentes de alterações na genética dos indivíduos, mas existem as imunodeficiências que são adquiridas, ou seja, há um dano no sistema imune por conta de um agravo externo. Existe ainda uma situação muito comum que é o comprometimento temporário do sistema imune que ocorre em situações de estresse físico ou mental, sendo que o paciente fica temporariamente mais susceptível a determinadas infecções.
O imunologista é o profissional apto a avaliar estes pacientes, pois através de uma consulta pormenorizada (anamnese) ele avaliará a necessidade de uma investigação através de exames laboratoriais e o paciente receberá a orientação adequada.
Existe uma organização internacional denominada Jeffrey Modell Foundation que elaborou sinais de alerta para investigação de alterações no sistema imune. Entretanto ATENÇÃO!!! Estes sinais de alerta são diretrizes para o médico checar se há ou não necessidade de avaliação mais aprofundada do paciente, sendo importante ressaltar as diferenças entre o Brasil e os Estados Unidos, especialmente relacionada ao funcionamento do sistema de saúde.
Caso haja dúvidas, consulte um especialista!


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